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segunda-feira, 18 de maio de 2009

VESTIR CÃES ESTÁ NA MODA...





  

























 Há quem considere que esta moda é completamente Bizarra, há quem diga que é um atentado à pobreza, há ainda quem defenda que os nossos amigos de 4 patas se sentem humilhados... mas o que é certo, é que em muitos países do Mundo é muito chique vestir os animais. 
Mas atenção... não é qualquer "farrapo"... se quiser pôr o seu coqueluche na moda, tem de optar por aquilo que está fashion... e se não sabe o que se usa nos cães, então informe-se. 
O " É POR MODAS..." até já assistiu à última colecção das novas tendências caninas... se não acredita então veja com os seus próprios olhos...  

 

O mercado da moda canina arrancou há mais de 10 anos nos Estados Unidos e só agora começa a dar os primeiros passos em Portugal, onde dois milhões de casas têm animais de estimação. É a pensar nestes «potenciais clientes» que abriu em Novembro a «Animal Minimal», a primeira loja de moda canina em Portugal. 
 E já agora se desejar ir a um baile de noite com o seu Cãozinho e não souber o que lhe vestir então visite esta loja: a Vestani  http://www.vestani.no.comunidades.net/index.php 
que vende roupa canina para festas ou ocasiões especiais... 

De qualquer forma, o "É POR MODAS..." também visitou o site da Famosa Marca de roupa canina desenhada por Paris Hilton  que é o http://www.little-lily.com/


Por último fique ainda com outro desfile canino escolhido pelo "É POR MODAS..." especialmente para si  :)
Divirta-se, 










terça-feira, 28 de abril de 2009

CÃO DE ÁGUA PORTUGUÊS ESTA NA MODA...


Desde que a família Obama escolheu um Cão de Água Português como coqueluche para a Casa Branca, esta raça Portuguesa não para de ser procurada a nível Mundial.
O "É POR MODAS" apresenta a História e o Perfil desta Raça Canina tão procurada...

HISTÓRIA:
Em toda a bacia Mediterrânica, o cão era usado pelos pescadores na sua actividade, dando origem às diferentes raças de cães de água, hoje existentes.

É natural, que um desses cães tivesse chegado a Portugal, através das viagens marítimas, iniciando-se assim, a criação do Cão de Água Português.

No passado encontrava-se com frequência no litoral sul, predominantemente na costa Algarvia.

A mais antiga referência a esta raça portuguesa é um relato de um monge português feita em 1297 que descreve a forma como um cão terá salvo o seu dono pescador da morte por afogamento: " ... um cão de pelo comprido e preto, cortado à leão, com uma cauda comprida e uma melena de pelo na ponta... "

No entanto, entre os Romanos ele já era conhecido com o nome de "cão leão" devido ao corte de pêlo, já nessa época praticado.

Em 1923 no seu livro "Os Pescadores", e a respeito da faina do alto, dos caíques de Olhão, Raul Brandão refere-se a esta raça de cães da seguinte maneira: " tripulavam-no 25 homens e dois cães, que ganhavam tanto quanto os homens. E mereciam-no. Era uma raça de bichos peludos, atentos um a cada bordo e ao lado dos pescadores. Fugia o peixe ao alar da linha, saltava o cão no mar e ia agarrá-lo ao meio da água, trazendo-o na boca para bordo."

Por esta e por outras há quem considere que o cão de água do Algarve é no fundo... um cão de água de Olhão! Penso que a verdade é que este cão existiria um pouco por todo o lado onde houvesse pesca no Algarve e, porque em Olhão havia muita pesca, haveria seguramente uma grande concentração destes cães...

                                                                                                                        texto: www.olhao.web.pt

APTIDÕES:

No princípio do século, o Cão de Água era de facto uma peça indispensável no equipamento dos nossos barcos de pesca, não só nos caíques, mas também nas traineiras.

Com a sua conhecida bravura e lealdade estava pronto e atento aos movimentos dos pescadores, recuperando o peixe que se desprendia dos anzóis, algum objecto que caía dos barcos, rodeando as redes dentro de água também a impedir fugas... Diversos relatos existem de salvamento de homens caídos ao mar, pois não era tão frequente como hoje os pescadores saberem nadar.

O Cão de Água tinha uma papel importante na guarda dos barcos e das aparelhagens da pesca, e é de referir ainda a sua utilização na entrega de mensagens entre os barcos e a terra.

O lugar do Cão de Água entre as populações ribeirinhas portuguesas (normalmente a sul de Lisboa e na costa Algarvia) ficou bem testemunhado por alguns factos: por exemplo, os Cães de Água, apesar do seu valor, nunca eram vendidos de pescador a pescador: quando muito eram dados! Além disso, os cães tinham direito a um quinhão de peixe e a um soldo diário que equivalia a um quinto do soldo de um homem, e estavam confiados a um dos homens da tripulação, que tinha o encargo de o alimentar e cuidar, administrando esse dinheiro.

Hoje em dia, ainda que a sua destreza não seja explorada ao máximo, em alguns lugares continua a ser utilizado para pescar, mas na realidade a sua função como cão de companhia tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, pelo que corre o mesmo risco que outras raças que perderam a sua funcionalidade quando começaram a ter honras de permanecer junto das saias das camilhas. E isto porque o advento das tecnologias modernas de pesca e de comunicação iria tornar cada vez menos necessário o cão na embarcação.

As campanhas nem sempre podiam suportar os encargos de manutenção de um cão que se tomara supérfluo.

PERFIL:

- Altura

Nos machos a altura típica é de 54 cm, admitindo - se à classificação um mínimo de 50 cm e um máximo de 57 cm.

Nas fêmeas a altura deve ser de 46 cm, com o mínimo respectivamente de 43 e 52 cm.

 - Pesos

 O peso deve variar entre 19 e 25 kg nos machos e entre 16 e 22 kg nas fêmeas.

 - Andamentos

Movimentos desembaraçados, passo curto, trote ligeiro e cadenciado, galope enérgico.

  – Defeitos

 Desqualificações: 

Cabeça - Muito longa, estreita, chata e afilada.

Chanfro - Muito afunilado ou pontiagudo.

Maxilas - Prognatismo em qualquer das maxilas.

Olhos - Gáseos, claros, desiguais na forma ou no tamanho, muito salientes ou muito encovados.

Orelhas - Má inserção, muito grandes, muito curtas ou dobradas.

Cauda - Amputada, rudimentar ou não existente, pesada, caída na acção ou erecta perpendicularmente.

Pés - Existência de presunhos.

Pelagem - Albinismo, narinas amaradas no todo ou em parte, pelo diferente dos tipos descritos.

Corpulência - Gigantismo ou nanismo.

Surdez - Congénita ou adquirida.


Já agora assistam à apresentação oficial  de BO ( 1º Cão) à Imprensa Norte Americana

nos Jardíns  da Casa Branca